Índia investe 300 milhões em programa de energia solar 06/07/15

Índia investe 300 milhões em programa de energia solar 06/07/15

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A Índia investe em energia solar.

A Índia vai investir mais de 300 milhões de euros na construção de parques solares. Aposta ultrapassará produção da energia eólica e reduzirá níveis de poluição causados pela actual dependência da energia produzida pelo carvão.
O governo de Nova Deli vai avançar com um novo plano de produção de energia solar este mês, no valor de aproximadamente 300 milhões de euros.
Actualmente a Índia, um dos maiores poluentes a nível global, depende maioritariamente da energia produzida pelo carvão, sendo que a produção de energia solar não ultrapassa os 4,1 gigawats. Para contornar esta dependência e reduzir os níveis de poluição energética, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, planeia um aumento de produção para 100 gigawatts a alcançar em 2022. Um crescimento que deverá multiplicar 30 vezes os valores conseguidos com a actual produção.
O novo projecto solar irá licitar propostas para parques de produção de energia solar em cinco dos 28 estados da Índia, até Março do próximo ano. Gujarate, Uttar Pradesh, Madhya Pradesh, Tamil Nadu são as cidades eleitas como aquelas que possuem as condições meteorológicas ideais, com abundância de vento e sol durante todo o ano. Até 2019 serão construídos cerca de 25 parques solares, o que representa 20% da meta de 100 gigawatts.
Tarun Kapoor, secretário do Ministério da Energias Renováveis da Índia, afirma que no próximo ano as instalações solares irão ultrapassar largamente os níveis de produção de energia eólica, cita a Bloomberg.
O plano deverá ser dominado por investidores estrangeiros, uma vez que os fabricantes indianos de paíneis solares, como o Indosolar e Moser Baer produzem a um custo 8 a 10 por cento maior que o de grupos internacionais, afirmou Jasmeet Khurana, da consultoria Bridge To India. No último ano, o governo indiano eliminou a maior parte das restrições sobre equipamentos de energia solar, desprotegendo os fabricantes locais, escreve a Reuters.

Fonte: jornaldenegocios.pt 06/07/2015

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