Centro de Saúde de Santo António da Charneca aguarda obras 23/01/2015

Centro de Saúde de Santo António da Charneca aguarda obras 23/01/2015

Sustentabilidade 

O deputado do Partido Social-Democrata (PSD) voltou a questionar o Governo sobre a necessidade de se arranjar o espaço envolvente ao Centro de Saúde de Santo António da Charneca. Bruno Vitorino lembra que os “arranjos exteriores”, que são da “competência da Administração Regional de Saúde”, ainda “não foram efectuados”, estando a “causar transtornos a profissionais” e “utentes”, numa “área que ainda recentemente sofreu obras de remodelação”, no âmbito de uma candidatura do município a apoios comunitários.
O social-democrata considera que “este é um assunto que já motivou anteriormente uma pergunta ao ministro da tutela”, cuja “resposta não os satisfez”. Bruno Vitorino sublinha que “estão reunidas todas as condições para que esta obra seja finalizada, não compreendendo a demora da Administração Regional de Saúde em todo este processo”.
 O deputado do PSD entende que “a construção do novo Centro de Saúde de Santo António da Charneca era uma obra bastante importante para a população”, que “finalmente foi concretizada apesar da crise”, que se vive nos diferentes sectores do país.
 Bruno Vitorino, também, enquanto vereador da Câmara Municipal do Barreiro (CMB), apresentou publicamente o Eco Desafio – Todos Ficamos a Ganhar. Este projecto, pioneiro a nível nacional, que foi lançado em 2009 a diversas colectividades e associações do concelho do Barreiro “pretende sensibilizar” e “promover boas práticas ao nível da gestão ambiental”, ao mesmo tempo que “faculta informação sobre as tecnologias actuais permitindo”, assim, que as “instalações das entidades aderentes se tornem mais sustentáveis”, explica o vereador.
 Em relação à Associação Unitária dos Reformados, Pensionistas e Idosos do Lavradio (AURPIL), uma das últimas entidades a aderir a este desafio, o também deputado do PSD informa que “foram estudadas todas as soluções, desde microprodução até ao melhoramento da iluminação”, mas que se concluiu que, neste caso, a “produção de água quente sanitária através de painéis solares térmicos, era a solução que mais se adequava”. Bruno Vitorino assegura que os “resultados estão já à vista”, uma vez que a “factura de gás natural que, normalmente, rondava os 80 euros, diminuiu para metade”, prevendo-se que, no “verão, este custo possa ser zero”.
 Já Ricardo Duarte, da S.energia, agência que presta apoio técnico à CMB, considera que no que respeita, designadamente, à eficiência energética das entidades que aderem ao Eco Desafio, “com o sol que habitualmente existe no verão, os painéis solares térmicos agora instalados”, nesta associação, “vão ser suficientes para o consumo que a AURPIL apresenta”. O representante da S. energia sublinha que isto significa que “os 2.500 euros investidos pela autarquia vão ser muito significativos para dar fôlego financeiro à instituição”. 
 
Fonte: setubalnarede.pt 23/01/15

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